O meu coração é todo teu, amor. Não é a distância, que o fará fraquejar. Não quando moras dentro dele.Eu precisava de ti. De alguém como tu. De uma luz que me ilumina-se.
Obrigada.
Emocional ou Racional?
Foto: Retirada da net.
Há procura de um equilibrio...
Por vezes é mesmo assim... O coração está numa linha, sustentado por um parco fio. Frágil, sofrido, cambaliante...
Uma falta que cresce dentro de mim... Essa falta és tu que estás longe de mim. 9 dias que o tempo vai levando e encaminhando para o teu regresso.
Nas nuvens, vais tu agora amor.
Adoro o azul do céu, o azul do mar... prender o pensamento neles e alianar-me do resto. Sentir o vento no rosto e fechar os olhos, respirar fundo e assim ficar. É uma boa terapia... acho.
Aqui estou... Mais um dia que passa, mais um que não dá para voltar, para tentar o viver de outro jeito...
Porque não gosto de desistir;
Porque sou teimosa o suficiente para não o fazer;
Porque luto pelo que gosto;
Porque luto por quem gosto;
Porque estou aqui para os bons e os maus momentos;
Porque amar é um pouco de tudo;
Porque quero ser o teu farol, o teu porto de abrigo;
Porque estou aqui para ti;
Porque simplesmente gosto de ti.
És o meu norte. O meu amor.
Emocional ou racional?
Será possível ler um coração? O que o faz bater e acreditar? Por vezes sangra até ficar sem pingo de vida; outras incha e palpita de afectos, carinho... amor.
Por quilometros de ferro, forjado por esforços de quem quiz palmilhar o mundo...
Hoje, agarro-me a uma esperança. Um novo renascer cresce em mim. O passado já tem tonalidades nublosas e aos poucos disfigura-se da minha mente. Passou... já não tem peso em mim.
Voltei novamente a este espaço... Estava na hora de escrever algo, o tempo é uma boa cura. Com ele aprendemos a nos conhecer melhor, e ao que nos rodeia. Ficamos mais fortes, ou mais frágeis.
Palavras mais para que?
Medo. Tenho medo de te perder. De te dizer o que continuo a sentir dentro de mim. Não deveria de ser assim, mas assim é. Tentei voltar à minha escrita, àquela que sempre me apaixonou; às minhas cartas; mas há como um travão que me faz conter. Não gosto de me sentir assim, de ter que agir assim. Afinal, porque o farei? Tu estás longe de mim, procuras-te a ti própria. Eu estou aqui, tentando compreender-te o melhor que posso. Tenho receio de te voltar a dizer que continuo a amar-te. Que isso te faça sentir obrigada a algo para o qual continuas a não estar preparada; e a afastares-te definitivamente de mim. Quando saberei qual a altura que devo de te confrontar? Será que amar tem que ser tão difícil? Já não basta as agruras que nos chegam e que, temos que enfrentar todos os dias? Não será o amor algo de tão belo, que deveria de ser capaz de ultrapassar barreiras? Sinto-me só, despida, como se uma parte de mim tivesse ido contigo. Quero essa parte de volta. Quero-te de volta.
Primeiro amor? Não, não falo daquelas coisas de crianças, dessas pequenas e inocentes brincadeias... Falo mesmo do primeiro amor. Aquele a quem nos entregámos de corpo e alma. Será que o ditado é sempre válido? "Não há amor como o primeiro"?
Há momentos que guardamos; que fazem parte de nós e que não queremos esquecer ou perder. Momentos eternos que teimamos em recordar e querer que voltem a ser, uma doce realidade. Um coração apaixonado tem destas coisas.
Emocional ou racional?
Viver é como este tabuleiro de xadrez. As jogadas são-nos favoráveis ou inversas...