
Na paisagem, encontramos alguns moinhos de vento, glórias do passado, onde tantos grãos foram moidos e o pão foi feito. Olho-os e lembro-me de um determinado cavaleiro andante. Acho que ele e eu temos muito em comum. A loucura? Bem... a verdade refiro-me à sua luta por amor, a sua luta no acreditar. E que iria ser bem sucedido; mesmo quando poucos ou nenhuns nele acreditavam.
As forças nem sempre estão no seu auge; por vezes há fraquezas; pois que raio... somos apenas humanos. Com tudo o que isso nos possa trazer de bom ou não. Somos regidos pelos nossos sentimentos; pelas nossas emoções.
A vida não é justa e para a vencermos; termos o nosso lugar nela; só à custa de muito suor. Vale a pena? Só vivemos uma vez! Tem que valer; porque se vivemos em outras vidas não nos lembramos delas; nem das que poderemos (ou não) vir a viver... ESTA é a presente, e é nela que temos que pegar na lança e enfrentar os... moinhos, que nos travam a felicidade, a alegria, a força; o querermos chegar a algum lado.
Serei então como o tal cavaleiro andante... D. Quixote de seu nome.
Emocional ou Racional?
Foto: Penso Logo Escrevo
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